sexta-feira, 17 de junho de 2022

Como uma ONG de Adoção de Animais Funciona?


 O trabalho de uma ONG de adoção de animais é muito importante e inspirador. São grupos de pessoas que se dedicam a proteger, resgatar e acolher bichinhos em alguma situação de risco. Além disso, eles possuem políticas para os novos tutores levarem esses pets para casa.

Preparamos um conteúdo explicando um pouco sobre o trabalho dessas organizações e o funcionamento da adoção de animais. Não há nada mais bonito que ver o olhar agradecido no rosto de um bichinho que acabou de ser resgatado e encontrou um novo lar!


O que são as ONGs?

A sigla significa Organização Não Governamental. Isso quer dizer que todo o trabalho é feito sem nenhum tipo de contribuição vinda de uma instituição do governo. Normalmente, as pessoas que realizam as ações fazem isso de maneira voluntária. 

Em uma ONG de adoção de animais, o trabalho é todo voltado para os bichinhos. São ações de resgate de situação de maus tratos, controle de natalidade, retirada de rua e muitas outras medidas dedicadas aos pets que já sofreram tanto.

Caso você não consiga adotar um bichinho, pode doar ração, dinheiro e outras coisas para ajudar no sustento das ONGs. Algumas ainda abrem espaço para voluntários em eventos e dias da semana. É sempre legal compartilhar o trabalho delas para as adoções serem mais frequentes.


Quais são as ações realizadas?

Uma ONG de animais para adoção realiza muitos trabalhos voltados para o conforto e a segurança dos bichinhos. Essas ações são feitas diariamente, com um cuidado imediato, que garanta o fim de traumas irreversíveis. 


Resgate

Infelizmente, é muito comum encontrar animais em situação precária. Casos de abandono, maus tratos e até acidentes sem socorro imediato são algumas das ocorrências diárias que um lar de adoção de animais atende. O resgate sempre é feito visando o conforto e a retirada do bichinho do lugar.

Em alguns casos, é mais tranquilo, pois o bichinho está aberto a receber o cuidado e só quer ser tirado dali. Porém, em outros, o animal pode estar ferido ou assustado demais, então a equipe de resgate realiza um trabalho ainda mais delicado para salvá-lo.


Cuidados médicos

Após o resgate, o bichinho é levado para o centro de adoção de animais e passa por uma avaliação médica. Como explicamos, muitos deles estão feridos e precisam ser imediatamente checados por um veterinário. A ONG de adoção de animais cuida para isso ser feito de forma rápida.


Castração

Esta é uma das ações mais importantes realizadas por esse tipo de ONG. O número de bichinhos que não possuem castração aumenta a população que vive na rua, já que algumas fêmeas têm várias ninhadas de forma consecutiva.

Antes do animal ser disponibilizado para adoção, é realizado esse controle de natalidade por meio da castração. É um trabalho muito importante porque, além de diminuir a população de rua, reduz o número de bichinhos abrigados nas ONGs, que estão quase sempre lotadas.


Como a adoção funciona?

O processo para adotar animais é feito de forma minuciosa, mas muito tranquila. O objetivo da ONG é garantir que o bichinho vá para um lar estruturado e não esteja mais em uma situação de perigo, além de se sentir amado e seguro. Isso é o que chamamos de adoção responsável de animais.

São realizadas perguntas pessoais, abordando assuntos como moradia, profissão e motivo da adoção do bichinho de estimação. Esse questionário verifica a compatibilidade com os animaizinhos que estão na ONG. 

Se você estiver interessado em um cachorro ou um gato, mas o pessoal da ONG identificar que seu perfil não é compatível com o do bichinho, eles vão oferecer outros pets abrigados lá. Essa escolha é um meio eficaz de evitar casos de devolução ou novos abandonos.


Dicas para a adoção

O primeiro passo para a adoção é avaliar bem toda a rotina. Ela vai mudar por causa do bichinho, então é sempre bom estar preparado para isso. Leve em conta o dia a dia e o espaço do lar para a vida desse animalzinho ser bem mais feliz e segura.

Para facilitar a adoção de cachorro, gato e outros animais, você pode olhar as patinhas dele. Normalmente, se elas são grandes, o porte dele deve seguir esse padrão. Sempre pergunte ao pessoal da ONG sobre o comportamento do bichinho. Assim, você já pode ter uma ideia do cotidiano com ele.

É comum que bichinhos sem raça definida, mais velhinhos ou com algum tipo de deficiência fiquem para trás nas escolhas de adoção. Por isso, é muito bom que você adote com a mente aberta. Afinal, esses animaizinhos também querem encontrar um lar e uma família. 


Onde achar uma ONG de adoção de animais?

Está buscando uma ONG de animais para doação? Conheça o Adote Petz! Essa iniciativa possui contato com mais de 90 organizações focadas nos cuidados com os bichinhos. Todas nossas lojas possuem espaços com os pets que procuram um lar. 

O processo do Adote Petz é simples: você pode realizar uma entrevista na própria loja ou preencher um formulário de interesse no site da iniciativa. Suas informações são analisadas, enquanto as ONGs avaliam a compatibilidade entre você e o bichinho em até 48h. Se tudo estiver certinho, você já pode levar o animalzinho para casa!

Sabe o mais legal? Qualquer ONG dessa natureza realiza a vacinação e a vermifugação do bichinho antes dele ser levado para casa. Além disso, ele recebe um chip de identificação. 


Fonte: https://www.petz.com.br/blog/


Sarna em Gatos - Como Lidar com o Problema?


 A sarna em gatos é um problema comum que pode acometer pets de todas as idades. Apesar de não ser uma doença séria, causa muito incômodo e, se não for tratada corretamente, pode gerar complicações.

Conhecer características, sintomas e causas dessa enfermidade é a melhor maneira de deixar seu amigo seguro e longe dos parasitas!

Se o bichano já está com sarna, não há razão para grandes preocupações. Com o diagnóstico e o tratamento corretos, ele rapidamente estará saudável e lindo como sempre.

Acompanhe mais detalhes sobre o assunto e saiba como lidar com a sarna de gato!


O que é a sarna em gatos?


Apesar de ser uma doença conhecida, muita gente não sabe de fato o que é a sarna. De acordo com a médica-veterinária Dra. Suelen Silva, a doença é causada por vários tipos de ácaros, que se alojam na pele do felino.

Isso quer dizer que todas as sarnas são causadas por parasitas. E o pior é que o problema pode ter diferentes manifestações. A especialista explica quais os parasitas mais comuns e suas características.


Sarna notoédrica

Também conhecida como sarna de gatos, é uma doença exclusiva dos bichanos. Causada pelo ácaro Notoedres cati, é altamente transmissível, mas nem tão comum.

Os sintomas da sarna notoédrica começam pela cabeça, com lesões, crostas amareladas e ausência de pelos. Aos poucos, a doença afeta todo o corpo e, além de coceira intensa, causa feridas e pode gerar infecções.


Sarna otodécica

Chamada também de sarna de ouvido, é causada pelo ácaro Otodectes cynotis. Como o próprio nome indica, é uma doença que ocorre nas orelhas dos gatos, causando coceira e incômodo intensos.

Uma forma de perceber a sarna de ouvido em gatos é observar se a região apresenta cerúmen escurecido e grosso, como se fosse uma areia.


Sarna demodécica

Muito conhecida como sarna negra, esse tipo é menos comum em gatos. Ocorre especialmente em filhotes que nasceram nas ruas ou em espaços comunitários.

Sua causa vem dos ácaros Demodex cati ou Demodex gatoi, que provocam feridas e crostas nas orelhas, cabeça e patas.

Essa é a única sarna que podemos considerar não transmissível, já que o ácaro existe normalmente na pele dos gatos. No entanto, a doença só se manifesta se eles estiverem com algum grau de imunossupressão


Sarna sarcóptica

Mais comum em cães, também causa coceira, feridas e queda de pelos em todo o corpo do pet. Vale ressaltar que essa sarna de gato pega em humanos também.

Saber que existem tantos tipos de sarna em gatos assusta, não é mesmo? Entretanto, como explica a veterinária, ainda há mais ácaros que podem se hospedar em nossos amigos peludos.

Para evitar que seu pet fique infestado, especialistas lembram que o acesso à rua é um fator que facilita o contato com esses parasitas.


Como perceber a sarna em gatos?

Como é possível observar, os diferentes tipos de sarna em gatos têm características específicas e únicas. Contudo, a Dra. Suelen explica que há alguns sintomas comuns que indicam que seu amigo de quatro patas precisa de ajuda.

“O sinal que mais chama a atenção dos tutores é a coceira intensa. Geralmente, os ouvidos e a face são partes mais atingidas”, explica a veterinária.

“Além disso, o pet ‘mordisca’ as patinhas, tentando aliviar a coceira. Ocorre também a queda de pelos em excesso, tanto em pontos localizados e assimétricos como no corpo inteiro”, complementa.

Portanto, se perceber que seu mascote está se coçando mais que o normal, é hora de buscar um médico-veterinário!


Prevenindo a sarna de gato

Quando falamos de doenças comuns em gatos, prevenir é sempre a melhor opção!

Por isso, a veterinária lembra alguns comportamentos de risco que devemos evitar, além de boas práticas que vão deixar seu felino sempre longe de problemas.

Segundo a veterinária, as dicas para quem quer prevenir a sarna em gatos são:

  • Sempre evitar que o pet acesse à rua, principalmente desacompanhado;
  • Utilizar antiparasitários regularmente. Para isso, procurar um especialista que poderá receitar a melhor opção para seu amigo;
  • Se você tiver mais pets em casa, separar o gatinho doente dos outros. Dessa forma, você diminui a probabilidade que um bichinho contamine outro;
  • Manter o ambiente do pet sempre limpo e organizado. Locais como caminha, comedouro e bebedouro também deverão ser higienizados regularmente, para evitar uma nova infestação,
  • Levar todos os pets da casa para um acompanhamento veterinário.

Ao seguir esses cuidados básicos, você ajuda seu amigo a ter uma rotina mais saudável e equilibrada!


Diagnóstico e tratamento da sarna em felinos

Antes de qualquer coisa, leve seu amigão a uma consulta com o especialista. “O veterinário irá analisar o histórico do paciente, além de sinais clínicos, como coceira e alopecia”, explica a Dra. Suelen.

“Além disso, há exames complementares, como otoscopia, raspado de pele, citologia e outros testes que podem ser necessários”, complementa.

A sarna em gatos tem tratamento. Geralmente, envolve parasiticidas, que podem ser encontrados em diversas formas, como comprimidos, pipetas e sabonetes. Tudo vai depender do perfil do pet e da recomendação do veterinário.

Entretanto, como as doenças são mais frequentes com a imunidade baixa, é necessário criar um ambiente tranquilo para o peludo. Alimentação saudável, conforto e muito carinho são essenciais para uma recuperação rápida e eficaz.

Um lar aconchegante, boa alimentação e visitas regulares ao veterinário vão deixar seu pet longe da sarna em gatos.


Fonte: www.petz.com.br/blog/


60 Curiosidades e Conhecimentos sobre os Gatos


 Os gatos são os animais de estimação mais populares de todo o mundo. Apesar de domesticados, os gatos partilham todas as características dos felinos selvagens dos quais são parentes: são fortes, ágeis, dotados de grandes reflexos, sentidos apurados e instinto de caça, além de possuírem a personalidade vincada e individualista que lhes é característica.

São brincalhões, muito independentes, curiosos e conseguem ser teimosos, mas são também extremamente amigáveis e afetivos: um dos gestos mais carinhosos dos gatos é a famosa turrinha, que dão entre si e aos seus donos. Outro sinal de afeição é o não menos famoso ronronar.

Para que os conheça melhor, partilhamos consigo 60 curiosidades sobre estes fantásticos animais:


Curiosidades

  1. Em média um gato passa 2/3 do dia a dormir. Isso significa que em 9 anos de vida, apenas está acordado por 3 anos.
  2. Os gatos não saboreiam o doce.
  3. Quando um gato persegue uma presa, ao contrário de um cão ou humano, mantém a cabeça sempre para baixo.
  4. As bolas de pelo que vomitam chamam-se egagropilos.
  5. As gatas tendem a ser destras, enquanto os gatos tendem a ser maioritariamente esquerdinos.
  6. Um gato faz cerca de 100 sons diferentes, enquanto um cão faz cerca de 10.
  7. O cérebro de um gato é biologicamente mais similar ao de um humano do que o cérebro de um cão. Ambos, humanos e gatos, têm uma região idêntica no cérebro responsável pelas emoções.
  8. Existem mais de 500 milhões de gatos domésticos no mundo e aproximadamente 40 raças reconhecidas.
  9. O gato doméstico mais antigo foi encontrado numa sepultura no Chipre, com mais de 9000 anos.
  10. De acordo com uma lenda hebraica, Noé rezou a Deus para o ajudar a proteger a comida dos ratos na arca. Deus fez um Leão espirrar, e desse espirro nasceu o gato.
  11. A audição de um gato é melhor do que a de um cão. Um gato consegue ouvir sons de alta frequência, cerca de 2 oitavas acima de qualquer humano.
  12. Um gato consegue correr a 49 km por hora, em curtas distâncias.
  13. Um gato salta 5 vezes a sua altura num único salto.
  14. Alguns gatos já sobreviveram a quedas de 20 metros, devido ao reflexo de endireitamento. Os seus olhos, os órgãos e ouvido interno, dizem ao gato onde é que ele está no espaço, para que ele consiga aterrar em pé. Mesmo os gatos sem cauda possuem esta capacidade.
  15. Um gato roça num humano não apenas para mostrar afeto, mas também para marcar o seu território, devido ao odor que as glândulas à volta da sua face libertam. A cauda e as patas também têm o mesmo odor do gato.
  16. Os cientistas não têm certeza do porque um gato ronrona. Muitos veterinários acreditam que um gato ronrona fazendo as suas cordas vocais vibrar na zona mais profunda da garganta. Para isto ser possível, um músculo na laringe abre e fecha a passagem do ar 25 vezes por segundo.
  17. No antigo Egito, quando um gato morria, a família mostrava a sua tristeza raspando as sobrancelhas.
  18. Cada gata, em média, dá à luz entre 1 a 9 gatos de cada vez. A maior ninhada até hoje foi de 19 gatinhos, mas apenas 15 sobreviveram.
  19. Atualmente, o maior felino selvagem é o Tigre Siberiano, que tem mais de 3,6 metros de comprimento e pesa mais de 300 kg.
  20. Na Austrália e no Reino Unido, os gatos pretos são sinal de boa sorte.
  21. A raça mais popular de gatos é a persa, seguida pela Maine Coon e Siamesa.
  22. A menor raça de gatos é a Singapura, que pesa cerca de 1,8 kg.
  23. A maior raça de gatos é a Maine Coon, em que um gato pode pesar cerca de 12 kg.
  24. Alguns gatos siameses parecem estrábicos devido aos nervos que se localizam do lado direito do cérebro e que vão majoritariamente para o seu olho direito, e os nervos do lado direito do seu cérebro vão majoritariamente para o olho esquerdo. Isto provoca uma visão dupla, que o gato tenta corrigir, cruzando a visão.
  25. Os gatos normalmente não gostam de água, porque o seu pelo não isola bem o calor quando está húmido. No entanto, a raça Van Turco, uma variação do Angorá, oriunda da Ásia Central, possui um pelo com uma textura única que o torna resistente à água.
  26. Um gato tem geralmente 12 bigodes em cada lado da face.
  27. A visão de um gato é melhor e pior do que a de um humano: é melhor porque os gatos conseguem ver mais em ambientes mais difusos, e têm uma visão esférica superior. É pior porque não conseguem ver a cor tão bem como os humanos. Os cientistas acreditam que os gatos veem a grama em tom vermelho.
  28. Os pequenos tufos de pelo nas orelhas de um gato servem para manter a sujidade fora, direcionar sons para o ouvido e isolar as orelhas.
  29. A capacidade de um gato encontrar a sua casa é chamado de “psi-viagem”. Os especialistas acreditam que os gatos usam o ângulo da luz do sol para encontrar o caminho, ou que existem células magnéticas no seu cérebro que atuam como uma bússola.
  30. O maxilar de um gato movimenta-se em ambos os sentidos, para que um gato possa mastigar pedaços maiores de comida.
  31. Um gato quase nunca mia para outro gato, apenas para humanos. Os gatos apenas cospem, ronronam e silvam para outros gatos.
  32. As costas dos gatos são extremamente flexíveis porque têm mais de 53 vértebras, enquanto os humanos apenas têm 34.
  33. Cerca de 1 em cada 3 donos de gatos acreditam que o seu gato consegue ler a sua mente.
  34. A paixão por gatos chama-se ailurofilia, que advém do grego (gato + paixão).
  35. No Japão, acredita-se que os gatos têm o poder de se tornarem em espíritos mais elevados quando morrem.
  36. A maioria dos gatos tinha pelo curto até cerca de 100 anos atrás, quando começou a ficar na moda ter gatos e experimentar produzir raças de gatos.
  37. Os gatos têm 32 músculos que controlam o ouvido externo, enquanto os humanos têm apenas 6.
  38. Um gato pode rodar a sua orelha em 180 graus.
  39. O motivo pelo qual os gatinhos dormem mais é devido ao hormônio do crescimento, cuja produção é ativada apenas durante o sono.
  40. O gato registado com mais peso chamava-se Himmy, era um gato tigrado da Queensland, Austrália e pesava 21 kg.
  41. Um gato tem cerca de 130,000 pelos por cm2.
  42. Um gato, em média, pode viver até aos 20 anos, o que equivale a cerca de 100 anos humanos.
  43. O gato que mais anos viveu até hoje foi o Crème Puff de Austin, Texas, que faleceu 3 dias depois do seu 38º aniversário.
  44. A primeira banda desenhada de um gato surgiu em 1919 e chamava-se Félix, o Gato.
  45. A temperatura normal de um gato ronda os 38º a 39º C. Um gato está doente se a temperatura estiver abaixo de 37º e acima de 39º C.
  46. Um gato tem 230 ossos no seu corpo. Um humano apenas tem 206.
  47. Um gato não tem clavículas, por isso, consegue passar em qualquer local que a sua cabeça também passe.
  48. O padrão do nariz de um gato é único, tal como a impressão digital de um humano.
  49. Algumas das comidas que nunca devem ser dadas a um gato são: cebola, alho, tomate verde, batata crua, chocolate, uvas e passas. Embora o leite não seja tóxico, pode causar irritação no estômago, gases e diarreia.
  50. Medicamentos como o paracetamol e a aspirina são extremamente tóxicos para os gatos, tal como grande parte das plantas que existem em casa.
  51. Dar a um gato comida humana ou de cão pode causar má nutrição e provocar doenças.
  52. Um coração felino bate quase 2 vezes mais rápido do que o de um humano: cerca de 110 a 140 batidas por minuto.
  53. Os gatos não têm glândulas sudoríferas no seu corpo como os humanos têm. Em vez disso, suam pelas patas.
  54. Em apenas 7 anos, um par de gatos e os seus rebentos podem dar origem a mais de 420.000 gatinhos.
  55. Um gato passa cerca de 1/3 do seu dia a limpar-se.
  56. Um gato adulto tem 30 dentes. Um gatinho bebé tem apenas 26 dentes temporários, que perde até aos 6 meses de idade.
  57. Os gatos são extremamente sensíveis às vibrações. Um gato detecta um tremor de terra cerca de 10 a 15 minutos antes de um humano.
  58. Nos anos 30, cientistas biólogos russos descobriram que a cor dos gatinhos siameses mudava dependendo da sua temperatura corporal. Os gatos siameses têm os genes do albinismo, que são ativados apenas quando a sua temperatura corporal estiver acima dos 36,6º C. Se estes gatinhos estiverem num local mais quente, ficarão com uma cor mais esbranquiçada.
  59. O gato mais rico do mundo chama-se Blackie, à qual foram deixadas 15 000 000 libras pelo seu dono Ben Rea.
  60. Todos os gatos têm unhas. As unhas das patas traseiras de um gato não são tão afiadas como as das patas dianteiras, porque as unhas das patas traseiras não são retráteis, logo gastam-se mais.

10 Principais Doenças de Gatos - Causas e Tratamentos


 Conheça as 10 principais doenças de gatos e saiba quais são suas características, formas de prevenção e tratamento

Por Raquel Madi


Assim como quaisquer outros animais, os felinos tem tendências a uma série de complicações específicas ao longo de suas vidas, e as doenças de gatos mais comuns somam dez problemas bastante incômodos, que devem ser prevenidos e tratados de maneira adequada para que os bichanos possam ter qualidade de vida.

As funções respiratória e renal são algumas das mais afetadas no que diz respeito às doenças de gatos mais frequentes e, portanto, devem estar sempre no foco das atenções de quem conta com um bichano de estimação em casa. O trato urinário e intestinal dos felinos também são propensos a algumas complicações bastante comuns, e as doenças transmitidas por meio de vírus diversos também fazem parte da lista de problemas que devem contar com atenção especial.

Insuficiência renal crônica, doenças do complexo respiratório e do trato urinário felino, verminoses, retroviroses, micoplasmoses, intoxicações, inflamações intestinais, linfomas alimentares e hepatopatias formam o conjunto das doenças mais comuns em gatos e, com isso em mente, elaboramos um guia simples e prático para que os donos de bichanos entendam um pouco mais sobre essas complicações, tendo condições para identificar os problemas o quanto antes e buscar a solução mais adequada.

Nunca é demais lembrar que, ao perceber qualquer sinal de doença ou mudança brusca de comportamente no seu felino, a visita a um profissional veterinário se faz extremamente importante; já que, somente ele terá condições reais de avaliar e diagnosticar as complicações, assim como indicar o melhor e mais adequado tratamento para elas. Confira, abaixo, a descrição completa da lista de doenças mais comuns em gatos, suas formas de prevenção e tratamento mais frequentes.


1 - Insuficiência Renal Crônica

Causada por fatores que podem incluir inflamações, cistos ou a alteração natural dos rins do felino, a Insuficiência Renal Crônica em gatos aparece de maneira lenta e silenciosa; dificultando que os donos do bichano notem a sua presença e atrasando a definição de um diagnóstico preciso.

Cálculos renais e infecções urinárias são algumas das consequências mais comuns nos bichanos com esse tipo de problema, e o aumento da ingestão de líquidos e do volume urinário estão entre os primeiros e principais sintomas de que possa haver alguma complicação nos rins do felino.

Infelizmente, na maioria dos casos, a insuficiência renal em gatos só começa a manifestar sintomas mais claros quando atinge níveis avançados do desenvolvimento da doença, como vômitos, apatia, diarréia escura, úlceras, desidratação, perda de apetite, enjôos e urina com cor esbranquiçada ou alaranjada.

Mais comum em felinos de idade avançada, o problema pode acometer bichanos de qualquer idade, sendo que, quanto antes a complicação for notada, mais rápido e eficiente será o tratamento e a recuperação do animal.

Sem cura, a doença pode ter seus sinais bastante amenizados por meio do tratamento adequado (que inclui a reposição de líquidos no corpo desidratado do animal), e suas piores consequências também podem ser retardadas – sendo que a prevenção do problema pode ser feita por meio da administração de uma dieta bastante úmida para o felino desde pequeno.


2 - Complexo Respiratório Felino

Rinotraqueíte Viral (também conhecida como Gripe de Gato) e Calicivirose são as principais doenças do complexo respiratório felino e, além de causarem muito incômodo por causa de seus sintomas, podem levar os gatos à morte quando não tratadas da maneira correta. Transmitida pelo Herpesvírus, a doença se propaga por meio do contato direto entre um animal saudável e um infectado, assim como pelo uso comum de objetos que possam conter secreções de um gato contaminado pelo vírus.

Prevenidas por meio da vacinação polivalente Tríplice ou Quádrupla, as doenças respiratórias nos felinos se manifestam de variadas formas, podendo ocasionar depressão, falta de apetite, febre e corrimentos nasais e oculares no bichano. Quanto mais jovem for o felino acomentido pela doença, piores podem ser as suas consequências e sintomas, sendo que a perda da visão e até mesmo o óbito são possibilidades reais quando o problema não é tratado imediatamente.

O tratamento pode incluir desde antibióticos para evitar a contaminação por outras doenças oportunistas até a simples ventilação e limpeza de ambientes em que o gato conviva (além da higienização das partes afetadas no felino, como olhos e nariz). Portanto, ao perceber qualquer sinal da doença, marque uma visita ao veterinário; pois, a rapidez no início do tratamento faz toda a diferença para a qualidade de vida do animal.


3 - Doença do Trato Urinário Inferior dos Felinos

Embora suas causas não sejam sempre definidas, uma série de fatores pode influenciar o aparecimento da Doença do Trato Urinário Inferior dos Felinos (DTUIF), incluindo infecções bacterianas, pedras no trato urinário e até mesmo sedentarismo.

Predisposição genética, idade, estresse e uma alimentação pouco balanceada também podem ser de grande influência para o aparecimento da doença nos gatos, que pode causar sangue na urina, dificuldade em urinar, aumento do volume de urina e a micção em locais atípicos, além do principal sintoma, que é a obstrução uretral.

A reposição dos flúidos perdidos pelo animal é a principal forma de tratamento, e atitudes simples podem ser bastante eficientes na prevenção desse tipo de problema, como fornecer uma dieta balanceada aos gatos (com rações secas e úmidas, além de muita água), e evitar o confinamento e o sedentarismo, mantendo caixas de areia sempre limpas e disponíveis.


4 - Verminoses e outras Parasitoses Intestinais

Bastante comum em gatos e cães, as verminoses e parasitoses em bichanos são zoonoses causadas pela penetração de larvas e hospedeiros de vermes e parasitas nos bichanos. Carnes cruas, pulgas e roedores são alguns dos principais agentes transmissores das doenças desse tipo, e devem ser evitados na vida do felino para que ele corra riscos menores de contaminação.

Podendo ser transmitidas, também, por meio da amamentação de uma gata contaminada para a sua cria, as complicações dessa categoria desencadeiam sintomas que incluem desde o aumento do volume abdominal e fezes moles e com a presença de parasitas até vômitos, anemia e a obstrução de órgãos como estômago, intestino e coração – podendo levar o animal a morte quando não tratadas com rapidez.

A vermifugação e as higienizações constantes estão entre as maneiras mais eficientes de prevenção das verminoses e parasitoses, sendo que o tratamento para as doenças desencadeadas por tais agentes inclui, também, a administração de medicamentos antibióticos para os gatos.


5 - Retroviroses

Podendo acometer bichanos de qualquer idade, as Retroviroses felinas tem a FIV – Vírus da Imunodeficiência Felina (também conhecida como a AIDS Felina) e a FeLV – Leucemia Felina como suas principais referências, e podem ser fatais, já que deixam o organismo dos bichanos infectados sem proteção alguma para outras contaminações mais graves.

Perda de peso, apatia e perda de apetite são alguns dos principais sintomas das retroviroses em gatos, facilitando o aparecimento de outras infecções e problemas como diarréia, otites, gengivites, tumores, anemia e até mesmo alterações neurológicas e mudanças bruscas de comportamento.

Evitar deixar o felino em ambientes com aglomeração de gatos e mantê-lo em casa para evitar brigas com bichanos de rua são algumas das formas de prevenir que seu animal seja infectado por estas doenças - transmitidas por meio do contato direto com animais contaminados, incluindo mordidas e lambeduras.

Sem cura, as retroviroses felinas são tratadas para que sejam diminuidos os sintomas das doenças no bichano, permitindo que ele leve uma vida com mais qualidade e por mais tempo.


6 - Micoplasmose

Causada pelos parasitas celulares haemofelis ou haemominutum, a Micoplasmose Felina causa desidratação, dores nas articulações, apatia, perda de peso, aumento de temperatura e mucosas de cor amarelada nos gatos acometidos pela doença, sendo a anemia a sua principal característica.

A pulga é um dos agentes transmissores mais comuns da doença, no entanto, acredita-se que as mordidas de gatos contaminados também possam propagar a complicação. Boa parte dos felinos que desenvolvem os sintomas mais graves da doença têm o sistema imunológico comprometido por doenças como a FIV e a FeLV, e devem ser testados para verificar a presença da Leucemia ou da AIDS Felina.

O tratamento da micoplasmose felina é feito com o uso de antibióticos, e pode ser acompanhado por medicamentos que incluem corticóides e anti-anêmicos, além de medidas de suporte como transfusões de sangue. Em muitos casos, mesmo quando assintomáticos, os gatos ainda são portadores do problema, e o acompanhamento da saúde o bichano com um profissional veterinário é extremamente importante para evitar reincidências da complicação.


7 - Intoxicações 

As intoxicações em gatos são, além de comuns, bastante prejudiciais e capazes de levar o pet à morte em questão de horas, quando não tratadas imediatamente. Plantas, rodenticidas (venenos para ratos) e parasiticidas (remédios contra parasitas) são alguns dos fatores principais para a causa de intoxicações em felinos, que acabam entrando em contato com esse tipo de substância de maneira frequente e, muitas vezes, sem o conhecimento de seu proprietário.

Convulsões, hemorragias, tremores, dificuldade para respirar, alteração de consciência e vômitos são alguns dos principais sintomas de um bichano intoxicado e, ao notar qualquer destes sinais, o animal deve ser encaminhado imediatamente para uma clínica veterinária – diminuindo os riscos de morte do pet por meio do pronto atendimento.

A administração de antídotos específicos e a internação do gato para a observação são algumas das medidas de tratamento mais comuns nestes casos, sendo que transfusões de sangue também podem ser recomendadas de acordo com o caso.


8 - Doença Inflamatória Intestinal

Também conhecida pela sigla DII, a doença inflamatória intestinal nos felinos é causada pela entrada de células inflamatórias no trato gastrointestinal dos bichanos, e não há um agente específico conhecido.

Causando sintomas como vômitos crônicos, diarreia com sangue, perda de apetite e de peso, a doença só pode ser diagnosticada com certeza por meio da biópsia do intestino do animal, já que diversos outros problemas também desencadeiam os sinais mais típicos da DII. Comum em gatos idosos, a doença é tratada por meio de dietas balanceadas e medicamentos anti-inflamatórios.


9 - Linfoma alimentar

Tido como uma neoplasia (crescimento celular exagerado) maligna que se mostra cada vez mais comum aos gatos, o Linfoma Alimentar é, também, uma das doenças de diagnóstico mais complicado. Afetando o trato gastrointestinal, a doença tem uma propensão maior a ocorrer em felinos mais velhos e da raça Siamês, podendo prejudicar, ainda, fígado, esôfago e pâncreas.

Tendo diarreias, perda de peso, dificuldade em defecar, fezes com sangue e vômitos entre os seus principais sintomas, o linfoma alimentar é uma das doenças que mais cresceu em incidência no mundo dos felinos ao longo dos últimos anos.

Tratados de acordo com a gravidade do caso, os linfomas podem ser divididos em células grandes e pequenas, sendo que a quimioterapia endovenosa e a administração de medicamentos orais específicos são, respectivamente, as formas mais indicadas de tratamento – podendo proporcionar uma sobrevida de até 2 anos.


10 - Hepatopatias

As Hepatopatias (doenças hepáticas) mais conhecidas no mundo felino são a Lipidose Hepática e o Complexo Colangiohepatite, sendo que cada uma delas conta com características específicas e diferenciadas.

Causada pela falta de alimentação prolongada, a Lipidose Hepática causa vômitos, anorexia, perda de peso e alterações neurológicas nos gatos, podendo desencadear cegueiras, salivação excessiva e até convulsões nos bichanos. Seu diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais, radiografias, ultrassonografias e possívelmente biópsias; e seu tratamento tem uma dieta balanceada como base, podendo incluir, ainda, a internação do animal e a administração de vitaminas e medicamentos específicos, em casos extremos são utilizadas sondas esofágicas para alimentação forçada.

Consistindo na inflamação do ducto biliar e do fígado, o Complexo Colangiohepatite pode ser classificada como aguda, crônica ou linfocítica. Anorexia, vômitos, diarréia, desidratação, depressão, febre e dor abdominal fazem parte da lista de possíveis sinais da doença, sendo que a pacreatite e a inflamação intestinal também podem se manifestar junto com ela.

Seu diagnóstico pode ser indicado por meio de exames de sangue e confirmado por meio de uma biópsia hepática. O tratamento varia de acordo com a gravidade do caso, sendo feito com medicamentos antibióticos na grande maioria das vezes; e podendo ser acompanhado, inclusive, por estimuladores de apetite para o bichano.

Tendo conhecimento destas complicações, fica evidente a necessidade de atenção e cuidados dos donos dos bichanos, sendo válido salientar mais uma vez que, no caso de observação de qualquer sintoma no felino, a visita a um médico veterinário se faz primordial.


Fonte: CachorroGato @ https://www.cachorrogato.com.br/gato/causas-doencas-gatos/

Gato em Casa - Preparação para um Ambiente Ideal


 Saiba o que deve ser preparado para se ter um gato em casa.

Por Raquel Madi

Gato é como um bebê, precisa de algumas adaptações no lar, para ter uma vida melhor. Ter um gato em casa é bom, mas algumas mudanças podem melhorar ainda mais essa convivência.

Se decidir ter um gato em casa, observe que o pet precisa de um espaço dentro da casa, são animais que precisam de conforto e espaço próprio. Não quer dizer que ele deva ter um cômodo pra si, mas um cantinho em especial.

O gato precisa de uma fonte, que mantém a água corrente, pois gatos não gostam de água parada. Uma cama para o gato, comedouro e caixa de areia estão entre os itens essenciais pra quem quer um gato dentro de casa.


Tornando a casa um lugar mais seguro para o gato

Ter um gato em casa também significa mudanças de segurança, como, por exemplo, passar os fios elétricos sob o tapete ou atrás dos móveis. O objetivo é não deixar fios por onde passe corrente elétrica à disposição do gato, pois ele vai querer brincar e pode tomar choque ou derrubar o eletrodoméstico.

O uso de alguns produtos de limpeza pode ser tóxico para o gato. Não é indicado lavar as vasilhas do gato com desinfetantes feitos à base de pinho, ou que contenham fenol em geral, pois são altamente tóxicos ao bichano.

Se morar em apartamento, é de extrema importância que as sacadas e janelas tenham proteção. É bom o gato ficar na luz do sol, mas não na janela, pois ao passar o primeiro passarinho, o instinto felino será pular para caçá-lo. Para ter um gato em casa ou em apartamento, é importante cuidar da segurança do ambiente primeiro.

Algumas plantas também podem causar danos à saúde do gato. A lista de plantas potencialmente prejudiciais inclui damasco, azálea, botão-de-ouro, caladium, copo-de-leite, mamona, cereja, crisântemo, açafrão, narciso, loureiro, azevinho, hortênsia, lírio, hera, lírio-do-vale, cogumelos, entre outros. Em compensação, existe a erva do gato, que pode ser extremamente benéfica ao seu gatinho

Se tiver uma planta que cause algum dano caso suas folhas, sementes ou frutos sejam ingeridos pelo gato, proteja o local onde está a planta, para o gato não ter acesso.


Fonte: www.cachorrogato.com.br


Como Cuidar de um Gato - Dicas e sugestões


 Tudo o que você precisa saber para cuidar do seu gatinho.

Por Raquel Madi


Quando você decide levar para casa um bichinho novo, seja adotado ou comprado, precisa antes pensar muito bem nas responsabilidades que está assumindo e estar ciente de que cuidar de um gato requer alguns esforços.

Cuidar de um gato não é um bicho de sete cabeças e sete vidas, mas não é tampouco simplesmente levar o gato para a casa e dar ração. Saiba aqui os pontos aos quais você deve estar atento quando se dispor a adotar ou comprar um gatinho!


O que muda dentro de casa

Por mais que seja comum dizer que o gato gosta da casa e não do dono, isso é senso comum e é errado, pura implicância com os pobres bichanos. O gato se apega sim à família, não pense que ele está com você pelo conforto da casa, ele está com você porque gosta da companhia.

Algumas raças ficam extremamente tristes quando não passam um tempo diário com o dono. O gato quer carinho, atenção, quer brincar com seu dono. Se ele gostasse apenas da casa, sua presença ou ausência não o afetaria. A verdade é que o gato preza sim por um tempo e espaço próprios, eles possuem senso de independência, mas independência e desprezo não são sinônimos.

Tenha em mente que para cuidar de um gato você precisa dedicar um pouco de tempo todos os dias a ele. A parte boa é que você pode ir trabalhar sossegado, seu gatinho conseguirá se ocupar durante o dia, mas vai exigir seu quinhão de atenção quando você pôr os pés em casa.

Muitas pessoas tem dúvida sobre manterem um gato preso ou solto. O gato solto não fica absolutamente solto, ele certamente volta pra casa e tende a passar mais tempo lá, o exterior é apenas para ele dar uma volta ao ar livre. Não é recomendado manter o gato preso o tempo todo, ele precisa do contato do lado de fora, e algumas raças quando mantidas muito presas, tendem a ficar estressadas.

Para garantir que o gato solto não se torne um problema, são necessários certos cuidados. A casa precisa ter uma portinha para gatos, geralmente embutida na própria porta da casa, mais comumente na porta dos fundos. Assim ele poderá voltar para casa depois do passeio noturno.

Outro ponto importante para cuidar de um gatinho que é mantido solto, é colocar uma coleira nele, com informações do dono para que, caso ele se perca, alguém possa devolvê-lo. Também é extremamente essencial manter o gato vacinado, pois estando solto ele está sujeito a inúmeras doenças encontradas na rua.

Embora os gatos possam viver saudáveis por andarem soltos nas ruas, este é um aspecto que deve ser encarado com atenção, pois, os perigos do lado de fora de casa são muitos. Nas ruas, além de correrem riscos de atropelamento, os gatos tambem ficam mais expostos à doenças e brigas com outros felinos - que também podem transmitir uma série de problemas e ferir o bichano. 

Considerando que, de uma maneira geral, a expectativa de vida dos gatos diminui consideravelmente quando o pet vive solto; é uma boa ideia contar com um ambiente aberto, porém, controlado - onde o felino possa gastar sua energia e brincar como gosta, sem que fique vulnerável aos perigos das ruas. No caso dos donos de pet que têm em casa felinos como o Ragdoll, o nível de preocupação já é bem menor - já que esta é uma raça extremamente caseira e que, mesmo tendo a oportunidade, dificilmente irá querer se arriscar no mundo fora de casa.

Dentro de casa é interessante manter fixo um local onde esteja a ração, a água e a caminha do gato, e que seja afastado dos pontos mais movimentados da casa, para que ele descanse. Se a sua alternativa for manter o gato preso, por morar em apartamento, por exemplo, deverá reservar um local para a caixinha de areia e limpá-la regularmente. O gato é um animal higiênico, não vai gostar de usar areia suja.


 Saúde e lazer, direitos básicos dos bichanos também

Para cuidar de um gato e mantê-lo bem e feliz, você precisa cuidar da saúde dele. Isso significa escovar o pelo - para evitar que engula e tenha problemas com bolas de pelo -, levar ao veterinário, manter as vacinas em dia, dar uma ração de qualidade que tenha os nutrientes necessários, etc.

Os gatos não costumam tomar muita água, portanto a opção da ração que não seja seca é chamativa aos olhos do dono preocupado, mas você precisa saber qual a melhor ração. A de sachê, por exemplo, como fonte principal de alimento, não é ideal. Outra opção é manter uma fonte de água corrente, pois os gatos não tomam água parada, por isso não é raro encontrá-los pulando nas pias para matar a sede.

Quanto ao lazer, você terá que dispor de tempo para brincar com o gato, para isso tem diversas opções de brinquedos no mercado para você brincar com seu bichano e outros para ele se divertir enquanto você não está em casa.  

Cuidar bem de um gatinho é como cuidar de um filho, você está levando um novo membro para a família. Eles vão precisar dos seus cuidados, da sua atenção e do seu carinho, mas vão te recompensar com fidelidade, muito amor e miados ecoando pela casa. Ter um gato em casa é ter felicidade coberta de pelos, que anda em quatro patas e faz miau.


Fonte: www.cachorrogato.com.br


Alergia a Gatos - Quem é o Vilão?


 Comum a muitos dos amantes dos felinos, a alergia a gatos pode ser amenizada com certos cuidados, e já há pesquisas prevendo uma cura definitiva para o problema em pouco tempo.

Por Ricardo Tubaldini

A alergia a gatos é um problema bastante incômodo na vida dos que tem um pet felino, e pode restringir bastante o seu tempo de brincadeiras com o bichano, já que em um período bem curto algumas reações já começam a se manifestar nas pessoas, em função dos alérgenos do animal. Embora haja no mercado atual uma série de medicamentos – tanto para os gatos como para as pessoas alérgicas a eles – para diminuir os sintomas e reações causadas por esse tipo de problema, nenhuma delas é, de fato, 100% eficaz e, dessa forma, os proprietários de bichanos seguem com dificuldade para poder brincar e abraçar seus pets à vontade.

De acordo com a crença popular, a alergia a gatos seria uma complicação que ocorre em função dos pêlos do animal. No entanto, recentes pesquisas e estudos provam que a pelagem do felino, em si, não causa as reações alérgicas, sendo a pele e a saliva do gato as reais desencadeadoras de sintomas como espirros e tosse.

Portanto, podemos concluir que a existência de gatos hipoalergênicos (amplamente divulgada por fontes nada confiáveis da web) é puro mito e, como prova disso podemos citar os gatos da raça Sphinx, por exemplo; que na grande maioria das vezes não tem pêlo algum no corpo e, ainda assim, podem provocar reações em pessoas alérgicas.

Uma pesquisa bem recente da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, afirma ter identificado a proteína que há no corpo dos gatos e desencadeia as reações alérgicas, aumentando as esperanças de uma cura definitiva para o problema, já que, até então, a causa exata do fator alérgeno nos felinos era desconhecida. Confira, neste artigo, um pouco mais sobre as causas, sintomas, dicas de prevenção e os dados recém descobertos sobre a alergia a gatos, e prepare-se para passar cada vez mais tempo com seu pet.


O que causa a alergia a gatos?

Passando longe de algumas teorias e mitos que definem as causas de alergias a felinos, uma proteína presente na saliva e na pele dos gatos é o que realmente desencadeia a série de reações alérgicas que podem se manifestar em humanos. Por estar presente, justamente, nessas áreas do corpo do bichano, o gato acaba ficando completamente envolvido pela substância que causa as alergias, já que alguns de seus maiores costumes garantem que essa proteína se espalhe por todo seu corpo – inclusive e, principalmente, na pelagem, que sempre foi tida como a maior culpada por este tipo de problema.

Naturalmente, os gatos passam por um processo de descamação da pele e, com isso, as proteínas alérgenas são liberadas. A situação piora ainda mais quando os bichanos, incomodados pelos resquícios em sua pelagem, decidem tomar o famoso banho de gato, onde o felino lambe seu próprio corpo para se livrar das sujeiras acumuladas, espalhando sua saliva (que também concentra as proteínas que causam alergias) por toda parte.

Os seres humanos com sensibilidade à esta substância, portanto, já começam a sentir as primeiras reações logo de cara, pois com um simples afago no gato é possível entrar em contato com uma grande quantia da proteína que causa as alergias. Isso acontece devido ao meio de funcionamento do sistema imunológico do corpo humano que, ao identificar sinais de perigo em algum elemento, inicia um processo de reação exagerada contra ele – neste caso, o mais comum são espirros e coceiras.


 Como amenizar as reações de alergia a gatos?

Bastante conhecido e comum, o problema de alergia a gatos já conta com diversas maneiras de ser aliviado, entretanto, conforme já foi descrito, dificilmente algum tipo de remédio ou precaução eliminará de vez as reações alergicas a felinos, que acometem cerca de 10% da população mundial.

Para os donos de pets felinos que não querem recorrer a medicamentos, uma boa opção é a de deixar um dos ambientes de seu lar completamente livre da presença do bichano. Por meio da descamação da pele do gato, o bichano acaba deixando resquícios das substâncias que causam alergia em todo lugar por onde passam, incluindo móveis e ambientes inteiros; portanto, manter a casa sempre limpa e livre de pêlos soltos é de grande importância para diminuir os sintomas de alergia em humanos.

O mais indicado é que o cômodo escolhido para ser “livre de bichanos” seja o quarto em que a pessoa dorme, já que todos os dias se passa cerca de oito horas no local e, estando livre das substâncias alérgicas espalhadas pelos felinos, é possível, ao menos, ter boas noites de sono sem reações indesejadas. Evitar carpetes, cortinas e tapetes por toda a casa também pode ajudar, já que itens como estes tendem a acumular mais sujeira.

Escovar os pêlos dos gatos com frequência (evitando que se espalhem pela casa) também pode ser útil, assim como dar banhos semanais no bichano, livrando-o das sujeiras e substâncias nocivas acumuladas em sua pele e pelagem. Caso seu pet felino crie grandes dificuldades para que um banho seja dado da maneira mais apropriada, passar um pano molhado em sua pelagem já pode ajudar um pouco. Lavar bem as mãos depois de brincar e fazer carinhos no gato também ajuda a evitar que as substâncias alérgicas se espalhem pela casa.

No mercado de hoje já há vacinas que podem diminuir o nível de reações alérgicas aos bichanos, no entanto, na maioria das vezes é necessário que se tome diversas injeções para que algum processo de tolerância às substâncias nocivas seja iniciado e, por isso, acaba valendo mais a pena tomar os cuidados descritos acima do que passar por este tipo de tratamento.


Os sintomas da alergia aos felinos

Os sintomas de quem tem alergia a gatos podem variar tanto em forma quanto em intensidade. Na maioria das vezes, as pessoas que sofrem com o problema passam a espirrar muito, ficar com o nariz entupido e ter coceiras quando ficam no mesmo ambiente dos bichanos. No entanto, em casos mais graves, pessoas com uma alta sensibilidade às substâncias espalhadas pelos gatos podem ter chiados no peito e muita dificuldade para respirar.

Contando com proteínas nocivas ao ser humano em seus corpos, os gatos também podem sofrer com alergias, que normalmente são desencadeadas por fatores que incluem alimentos e ambientes específicos. Os bichanos podem, inclusive, desenvolver asma (necessitando de tratamento para o resto da vida) em função da vida em ambientes estressantes e onde haja fumantes.


As novidades que devem combater a alergia a gatos

De acordo com as últimas notícias divulgadas pela imprensa internacional, um grupo de cientistas americanos, suecos e britânicos parece estar próximo da solução para a alergia a gatos. Publicado no Journal of Immunology, o estudo identificou que a proteína que se desprende da pele e da saliva dos felinos e causa reações alérgicas (chamada de Fel d 1) tem um caminho específico no corpo humano para desencadear reações.

A proteína age no receptor TLR4 – responsável por reconhecer a presença desse item nocivo no sistema imunológico – e, em pessoas propensas a alergias, desencadeia um processo exagerado de resposta contra a substância liberada pelos felinos, que se manifesta em forma de espirros, tosse, coriza e dificuldade para respirar, entre outros.

A partir desta descoberta, os cientistas envolvidos na pesquisa passaram a testar, em laboratório, uma série de medicamentos que visa limitar a resposta das células humanas TLR4, evitando a resposta do sistema imunológico ao contato com a proteína Fel d 1 e, consequentemente, as alergias.

Por ser a primeira vez em que resultados tão bons foram registrados em relação a reações de pessoas alérgicas a bichanos, os cientistas estão animados com a possibilidades de encontrar e desenvolver uma cura definitiva para quem tem alergia a gatos e, até hoje, só pôde se afastar dos bichanos para evitar reações mais incômodas.

Ainda sem uma vacina ou medicação concreta e eficaz, a ciência dá o seu primeiro passo em direção a extinção das alergias de humanos a gatos, contribuindo para um mundo com mais interação entre pets e donos que, agora, passam a torcer pela criação de uma solução definitiva para o problema o mais rápido possível. De acordo com a pesquisa, essas descobertas também abrem espaço para que a alergia de pessoas a cães tenha um antídoto criado, o que alegra ainda mais a vida dos amantes de pets de toda espécie.


Fonte: www.cachorrogato.com.br


Vacinação


 Saiba como administrar adequadamente a vacinação em gatos e manter a saúde de seu bichano

Por Fábio Toyota

A vacinação em gatos é um tema de extrema importância para quem conta com um felino como parte da família. Imprescindível para a prevenção de doenças e vírus que acometem os bichanos, a vacina deve ser dada aos gatos ainda enquanto filhotes, mas não antes que ele tenha pelo menos 60 dias de vida, já que, antes desse período, os anticorpos passados de mãe para filho no nascimento impedem que o efeito seja surtido como desejado.

A conduta ideal para que a vacinação em gatos seja administrada da maneira mais adequada é que seu pet seja levado para uma visita ao médico veterinário ainda em seus primeiros meses de vida, podendo ser avaliado e medicado de acordo com o que for necessário. Cada vacina felina tem um tempo e um período de intervalo específico e, por isso, somente um profissional especializado pode indicar corretamente toda a série de medicações que o bichano deve receber. Leia também sobre a vacinação canina!

Já entre as primeiras vacinas a serem administradas em gatos filhotes estão as que previnem o animal de doenças como panleucopenia felina, calicevirose, rinotraqueíte, clamidiose e leucemia felina, conhecidas como a “quádrupla felina”, que devem ser tomadas em duas doses pelo bichano e repetidas anualmente.

Para garantir a eficiência da vacinação, a aplicação das doses devem ter um intervalo de 3 a 4 semanas, até que o animal complete 12 semanas de vida. Outra dose importante é a da vacina contra raiva, que só deve ser administrada ao gato a partir dos 4 meses de vida e também devem ser renovadas todos os anos.

Uma boa dica para amenizar o estresse do gato na hora da vacinação é levar o pet a uma visita na clínica veterinária pelo menos uma vez antes do dia da aplicação das vacinas, pois, desta forma, ele já estará um pouco mais ambientado ao local, o que facilita e diminui bastante a questão do medo do animal.


Fonte: www.cachorrogato.com.br


Câncer em Gatos – Identificação e Tratamento.


 Aprenda aqui tudo sobre câncer em gatos. Veja os sintomas e tratamentos disponíveis hoje em dia para tratar essa doença

Por Fábio Toyota


A palavra câncer é temida por muitas pessoas no mundo inteiro, tanto quando se trata de câncer em humanos, quanto em pets. Nesse artigo falaremos sobre câncer em gatos.

Câncer em gatos não precisa ser necessariamente uma doença fatal, como muitos pensam. Hoje em dia o câncer tem tratamento. Se ele for diagnosticado no estágio inicial, as chances de cura e sobrevivência são muito grandes. Entenda a seguir como essa doença age no corpo dos gatos. 


Procurando por Cirurgia ou Dermatologia?

Entenda o que é o Câncer em Gatos 

O câncer é uma doença que ocorre quando as células do corpo do gato começam a se multiplicar de forma incontrolável. Esses milhões de células, ao ficarem aglomerados, formam um tumor, que pode ser ou benigno ou maligno. Tumores podem prejudicar o funcionamento correto dos órgãos do gato, comprometendo assim a saúde do bichano. Por isso tumores devem ser tratados assim que forem detectados.

Tumores benignos são bem menos agressivos do que tumores malignos (cânceres) e tem menores chances de se espalhar para outras regiões do corpo. Já tumores malignos crescem rapidamente, em alguns casos chegam a se espalhar para outras regiões do corpo, ocorrendo assim a metástase.

O câncer em felinos pode atingir qualquer célula ou região do corpo. É mais raro, porém não impossível, aparecer câncer em gatos filhotes (um exemplo é o linfoma). É muito comum vermos casos de câncer em gatos mais idosos.


Quais os Tipos de Câncer em Gatos?

Existem muitas variações de câncer em gatos, assim como existem vários tipos de câncer em humanos. Não podemos afirmar que nenhuma raça seja mais vulnerável ao câncer, apesar de existirem alguns estudos que dizem que gatos de raças orientais são mais vulneráveis aos linfomas felinos. Gatos brancos são mais vulneráveis ao câncer de pele (Carcinoma Espinocelular) quando expostos ao sol, por causa da sensibilidade da pele deles.

Muitos médicos veterinários afirmam a importância de passar protetor solar em gatos brancos. Esses gatos tem mais probabilidade de desenvolver câncer de pele felino, principalmente nas pontas do nariz e também nas pontas das orelhas. Gatos malhados, na parte branca, também têm problemas com a exposição solar. Hoje em dia existem protetores solares específicos para uso em pets.

Os tipos de câncer mais comuns em gatos são os linfomas e os de pele. Linfoma é um câncer que atinge os linfonodos, nódulos linfáticos ou gânglios, que ficam espalhados por diferentes regiões do corpo do gato. Por causa do maior índice de vacinações contra o vírus da leucemia em gatos, o nível de linfoma em gatos novos está diminuindo. Em contrapartida, o índice de linfoma em gatos mais velhos está aumentando, por causa, principalmente, do aumento da expectativa de vida dos bichanos.

O tratamento mais comum para linfoma em gatos é a quimioterapia. Existem vários tipos de tratamentos e remédios de quimioterapia para linfoma, dependendo do estágio de desenvolvimento da doença no gato. Sempre consulte seu veterinário de confiança para procurar o melhor tratamento para seu gato.

 

Sintomas de Câncer em Gatos

Por gatos serem animais mais quietos e não muito expressivos quando se trata de doenças, fica mais difícil descobrir, no caso o câncer, neles. Por essa razão, é preciso notar as diferenças sutis no comportamento deles. Pare e reflita sobre algumas dessas questões: O corpo do seu gato está mudando: Ele está perdendo peso, massa muscular e/ou apetite? Seu gato está sempre cansado e não quer mais brincar? A urina dele está com mau cheiro, ou um cheiro estranho, fora do normal?

É muito importante ressaltar que nem todos esses sintomas e perguntas estão diretamente ligados a câncer em gatos. Alguns desses sintomas citados acima podem estar ligados a problemas no trato urinário do seu gato. O que queremos deixar bem claro é, caso você note qualquer comportamento diferente ou fora do normal em seu gato, leve-o ao seu médico veterinário de confiança.

Aqui vamos listar alguns sintomas de câncer de pele em gatos:

  • Vermelhidão;
  • Feridas;
  • Crostas e úlceras graves, podendo haver ou não sangramento.

A metástase no câncer de pele é muito comum. Na maior parte das vezes, o tratamento é cirúrgico, mas cirurgia não é garantia de que mais pra frente o câncer não volte a se manifestar.


Tratamentos do Câncer Felino

Existem vários tipos de tratamento para câncer em gatos, tudo depende do estágio do desenvolvimento do câncer no gato. Tratamentos como quimioterapia, radioterapia e remédios específicos aumentam a sobrevida do seu gato, com efeitos colaterais relativamente baixos. Resumindo, quanto mais cedo o câncer for descoberto, maiores as chances de sobrevivência do seu gato.

É comum que qualquer animal sinta dores durante o tratamento de câncer. Tratar a dor do seu gatinho, além de melhorar a disposição dele, também acelerará o processo de sua recuperação. Preste atenção ao comportamento de seu gato durante o tratamento. O gato, mantendo suas características selvagens, esconde sua dor como uma forma de defesa.

Observe se ele continua comendo e bebendo água, se ele não está choramingando escondido de você, se ele continua brincando. Se ele estiver sentindo dor, provavelmente ele não fará algumas dessas coisas citadas acima. Sempre consulte seu veterinário de confiança para estudar o melhor tratamento para amenizar as dores do seu gatinho. Confie nele também para procurar o melhor tratamento para curar o câncer em seu gato.


Fonte: www.cachorrogato.com.br


SUF - Síndrome Urológica Felina.


 Conheça a SUF – Síndrome Urológica Felina e saiba que tipo de complicações este quadro pode provocar no seu bichano.

Por Fábio Toyota


O trato urinário dos bichanos é uma pauta frequente quando o assunto abordado são problemas que afetam os gatos, e a SUF – Síndrome Urológica Felina é uma doença que entra nesta categoria. Desencadeada por motivações bastante diferentes, na maioria dos casos, a patologia afeta os machos felinos; no entanto, isso não quer dizer que as fêmeas também não sofram deste mal.

A SUF – Síndrome Urológica Felina é uma doença que pode ser bastante perigosa e, se não for tratada com rapidez, é capaz de comprometer a saúde do gato de maneira agressiva, desencadeando um quadro de insuficiência renal que pode levar o animal à morte em poucos dias.

Dificuldade em urinar e dor são alguns dos principais sinais da SUF em gatos; a presença de sangue na urina do animal também pode ser observada na maioria dos casos da doença. Além dos sintomas físicos, alterações de comportamento também ocorrem na maioria dos bichanos afetados pela doença, que passam a fazer xixi em locais inapropriados e com uma frequência maior.


Procurando por Oncologia ou Acupuntura?

Embora as visitas do felino à caixa de areia aumentem (ou ao chão da sua casa, levando em conta as mudanças de comportamento que os gatos com SUF demonstram), a quantidade de urina liberada pelo animal é muito pequena; sendo que, quando o felino deixa de urinar por completo, o quadro da patologia é considerado uma emergência – podendo, inclusive, ser necessária uma cirurgia para reverter essa situação.

Uma série de fatores – como obesidade e idade avançada – podem aumentar os riscos de que a Síndrome Urológica Felina ocorra, no entanto, também existem algumas medidas que podem ser tomadas para prevenir o aparecimento da doença nos bichanos. Confira, a seguir, os principais fatores que podem desencadear a SUF e conheça seus principais sintomas, formas de prevenção e tratamentos.


Causas da SUF – Síndrome Urológica Felina

Mais comum em machos e em gatos com idade a partir de dois anos, a Síndrome Urológica Felina conta com uma série de fatores que aumentam os riscos do seu aparecimento, incluindo falta de atividades físicas, obesidade, uma dieta muito seca, falta de hidratação constante e idade avançada.

Conforme citado anteriormente, os gatos machos tenham uma predisposição maior a sofrer com o problema;  isso se dá em função do formato da sua uretra, que é mais longa e fina que a das fêmeas – formando cálculos renais com mais facilidade e, consequentemente, causando a obstrução da região.

Estresse, tumores, bactérias e vírus também são considerados fatores que facilitam o surgimento da SUF nos gatos; sendo que a melhor maneira de prevenir o seu felino desta doença é, além da vacinação, evitar os fatores descritos como de risco. Portanto, manter uma dieta balanceada e que tenha rações úmidas, incentivar o felino a se exercitar, estimular a hidratação de todas as maneiras possíveis assim como a micção são atitudes que podem ajudar muito a evitar a complicação.


Sintomas da SUF

Causando problemas nas áreas da bexiga e da uretra dos bichanos, a Síndrome Urológica Felina causa alguns sintomas bastante característicos, conforme exposto a seguir:

  • Urina frequente e em pouca quantidade;
  • Dificuldade e dor ao urinar;
  • Mudanças de comportamento: o gato passa a fazer xixi em locais inapropriados, mesmo já contando com um local específico para isso;
  • Dor e desconforto na região abdominal;
  • Vestígios de sangue na urina do animal (hematúria);
  • Falta de apetite;
  • Depressão;
  • Vômitos;
  • Anúria: o animal para de urinar por completo;

As mudanças de comportamento e a presença de sangue na urina acabam sendo alguns dos sinais mais notados pelos donos de gatos com a SUF, portanto fique ligado nos sintomas e ao notá-los leve o seu bichano para uma consulta com um profissional veterinário.


 Tratamento da Síndrome Urológica Felina

O tratamento da SUF – Síndrome Urológica Felina será indicado de acordo com as causas do surgimento da doença e o seu nível de desenvolvimento no animal. Retirar a urina presa na bexiga do gato é a primeira providência para tratar o problema, e isso pode ser feito com o uso de uma sonda uretral – no entanto, casos mais graves podem necessitar de uma cirurgia específica e até mesmo chegar à Penectomia - que é a retirada total do pênis e a exteriorização da uretra.

Antibióticos e anti-inflamatórios são frequentemente receitados para ajudar no tratamento da SUF, entretanto, o uso de medicamentos também irá depender do estado em que se encontra o animal acometido e a causa da alteração. Realizadas as principais providências, uma mudança na dieta do animal se torna fundamental para que o problema não ocorra novamente.

Vale lembrar mais uma vez que somente um médico veterinário é capaz de diagnosticar o felino e indicar o melhor tratamento para a Síndrome Urológica Felina; portanto, ao perceber os sintomas no seu bichano, corra para uma clínica veterinária – já que, quanto antes for iniciado o tratamento do problema, mais fácil e mais rápido ele será.


Fonte: www.cachorrogato.com.br


Os Olhos dos Felinos.


 Quem nunca ficou hipnotizado pelos encantos dos olhos de felinos? Azul, verde, seja qual for a sua cor, nos faz perder nas profundezas do olhar.

Por Ricardo Tubaldini


Não é só beleza, os olhos de felinos têm importância na sua sobrevivência, e nos transmitem várias informações sobre o estado de espírito e a saúde desses animais. Grandes e intensos, os olhos do gato são instrumentos perfeitos que ajudam na caça de presas e capturam os movimentos. O tamanho é muito intrigante: se comparados com o tamanho da cabeça, são surpreendentemente grandes. Isso é comum em animais de hábitos noturnos, pois permite que os animais captem mais luminosidade do ambiente.

Os olhos de felinos tem uma camada atrás da retina que funciona como um espelho e reflete a luz á medida que ela entra nos olhos, para que o maior número de cones a receba. Essa membrana refletora que faz os olhos dos gatos brilharem no escuro quando recebem a luz diretamente, como de um farol. Possuem a visão extremamente eficiente em situações de baixa luminosidade.


Procurando por Cirurgia?

Os gatos têm a visão noturna superior á dos humanos. Os músculos da íris, nos felinos, são construídos de forma que se contraem em sentido vertical, em forma de uma fenda, e dilatam ocupando quase todo o globo ocular, com a permissão de entrada máxima de luz.

Todos os felinos nascem com olhos azuis. Ao passar dos meses, a cor dos olhos pode ir se transformando. A cor dos olhos de felinos está diretamente relacionada com a cor dos pelos. 


A Terceira Pálpebra

Os gatos têm, internamente, uma terceira pálpebra chamada membrana nictitante, que protege os olhos de danos e secura. Nós não conseguimos vê-la facilmente quando gato está com os olhos totalmente abertos, porque em condições normais a terceira pálpebra não deve ser visível, podemos ver uma parte dela quando o gato entreabre os olhos. Ela está localizada no canto interno dos olhos. Quando um gato está doente, ela pode cobrir todo o olho, esse é um sinal para levá-lo rapidamente ao veterinário.

O estado de espírito dos gatos é refletido nos olhos. Quando esse animal está assustado ou se sente ameaçado, a pupila se dilata em até cinco vezes. Em situações normais, com iluminação normal, o gato deve apresentar pupilas pequenas, com formato de uma fenda centralizado no globo ocular.

A cor dos olhos de felinos muda dependendo do humor do gato. Gatos brancos e com muitas manchas brancas podem ter olhos azuis, verdes, amarelos, cobre. Gatos com manchas no focinho, rabos e patas, possuem olhos azuis. Os gatos pretos sempre têm olhos verdes, ou amarelos/cobre. Gatos pretos com olhos azuis possuem uma anomalia genética.  


Fonte: https://www.cachorrogato.com.br


Obesidade em Gatos

 


Como descobrir e tratar a obesidade em gatos.

A obesidade em gatos, em números, chega a atingir 25% até 30% da população felina, aproximadamente. Com uma vida menos ativa do que a da maioria dos cães, a obesidade nos gatos acaba acontecendo sem que os donos realmente notem, mas a verdade é que, com o pensamento de que gatos e cachorros tem que comer as mesmas calorias que gastam no dia-a-dia e nada mais, os gatos comem muito mais do que fazem alguma atividade que queime as calorias ingeridas.

Para descobrir a obesidade em gatos, apalpar as costelas e facilmente encontrá-las é um bom e simples modo de saber se o gato está acima do peso ideal. Tem que sentir e localizar as costelas e coluna sem maiores problemas, só com uma camada de massa por cima. O peso dos bichanos varia, em média, entre 3 e 5 quilos. Gatos com a estrutura óssea maior, como a dos gatos de porte gigante, obviamente, podem pesar além dos cinco quilos.


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Já que os gatos podem ser mais caseiros do que a maioria dos cães, gostam de dormir ou só ficarem quietos, uma boa dica para obrigá-los a fazer um pouco de atividade física é colocando os petiscos ou comida em lugares de difícil acesso, em como em cima de armários. Assim, o gato, obrigatoriamente, terá que fazer um pouco de atividade para conseguir comer.

Os donos de gatos obesos também podem espalhar brinquedos interativos pela casa, como arranhadores, tudo o possível para entretê-los e, ao mesmo tempo, criar uma atividade física. O dono também pode chamar o gato para ir com ele quando for mudar de cômodo na casa, um facho de luz de uma lanterna também pode entreter bastante o gatinho que, provavelmente, vai ficar caçando-o nas paredes da casa.

A obesidade nos gatos pode trazer vários outros problemas, como dificuldade em se locomover, expectativa de vida diminui, doenças osteoarticulares, insuficiência cardíaca, piora nas condições respiratórias, doenças no fígado, etc.

Mas antes de qualquer mudança, principalmente no que se refere à dieta, a melhor opção é consultar um profissional da área, para confirmar se o gato está mesmo obeso e se não tem nenhum problema fazer as mudanças na alimentação e rotina. O principal cuidado e preocupação deve ser a saúde do bichano.

Muitas vezes, ainda, a obesidade em gatos não está somente ligada a sedentarismo ou alimentação incorreta, a obesidade pode ser indicação e uma doença endócrina e deve ser levada a sério, sempre que perceber seu gato obeso, principalmente se ocorrer em um período curto de tempo, leve-o ao veterinário para fazer exames de sangue.


Fonte: https://www.cachorrogato.com.br


Qual Anti-inflamatório dar para o Gato?


 Uma das grandes dúvidas dos tutores é qual anti-inflamatório dar para gato. Em alguns casos, a administração de remédios é essencial. Porém, por mais que você queira aliviar o desconforto do seu bichano, é importante lembrar que todo tratamento deve ser supervisionado por um veterinário.

O uso de medicamentos de forma indevida pode complicar ainda mais a saúde do seu pet. Por isso, se você quer saber qual é o melhor remédio anti-inflamatório para gato, continue lendo. Elaboramos um guia com tudo sobre o assunto.


Os perigos da medicação sem orientação médica

Se você está se perguntando qual anti-inflamatório para gato é bom, antes de tudo, é importante ouvir a opinião de especialistas. A Dra. Renate Brunetto, médica-veterinária da Petz, explica os riscos de administrar medicamentos sem orientação profissional.

“Não são todos os remédios que podem ser oferecidos aos pets. Alguns, principalmente os anti-inflamatórios, podem causar úlceras gástricas. Outros efeitos negativos incluem ruptura dos glóbulos vermelhos, intoxicação e até morte”, comenta. Por isso, é preciso saber qual anti-inflamatório dar para gato.

Se você está pensando em dar anti-inflamatório humano para gato, sem prescrição veterinária, saiba que isso não é recomendado!

Apesar de ser muito utilizada pelos seres humanos, a nimesulida para gatos é extremamente tóxica e pode levar os bichanos a complicações renais e óbito.

Mesmo que você saiba quais substâncias são permitidas, é necessário conhecer a dose para a espécie e calcular a quantidade correta para cada peludo. Fatores como tipo da doença, idade e peso do gato podem mudar completamente a receita utilizada.

Por isso, o melhor remédio é sempre buscar ajuda de um profissional! “Somente o médico-veterinário pode prescrever a medicação adequada e a dosagem certa para cada pet”, completa Dra. Renata.


Qual anti-inflamatório dar para o gato?

Nem todos os medicamentos estão liberados para o bichano. Algumas substâncias comuns no cotidiano humano, como o ibuprofeno, são tóxicas para o amigo peludo. Então, é dever do tutor entender qual anti-inflamatório dar para gato.

A Dra. Juliana Brondino, médica-veterinária da Petz, explica que há dois tipos de anti-inflamatórios: os esteroides e os não esteroides. Ambos podem ser usados no gato. Porém, saber quando utilizar um ou outro é especialmente importante para a saúde do bichinho.

De acordo com a especialista, os medicamentos do segundo grupo costumam ser mais seguros. Isso porque possuem uma formulação mais simples e, geralmente, são indicados para problemas ou doenças mais leves.

Entretanto, mesmo que eles sejam mais seguros, é necessário estar atento a qual anti-inflamatório dar para gato. Abaixo, separamos uma lista com as substâncias ativas que podem ser utilizadas pelo animal.


Meloxicam

O meloxican é um anti-inflamatório não esteroide indicado para dor, inflamação e febre. É muito comum usar o meloxicam para gato e cachorro. Frequentemente, ele é receitado como medicamento após uma cirurgia. É possível encontrá-lo tanto em gotas quanto em comprimidos.

Em alguns casos, a aplicação subcutânea pode ser recomendada, mas isso deve ser feito apenas por um profissional da saúde, pois, apesar de ser considerado um medicamento seguro, é necessário estar atento à concentração.


Gato filhote com pelos cinzas deitado no colo do tutor.

Como esse medicamento também é utilizado para o tratamento de cães, que são maiores e mais pesados, muitas vezes, a concentração é muito alta para os bichanos. Por isso, consulte um veterinário para saber qual é a melhor opção para o gato.


Cetoprofeno ou ketoprofeno

O cetoprofeno é um anti-inflamatório não esteroide indicado para dor, inflamação e febre. É um medicamento facilmente encontrado em lojas especializadas e considerado muito seguro para o gato. 

De ação rápida e eficaz, também é muito utilizado pelos seres humanos após cirurgias. Ele pode ser encontrado em comprimidos, suspensão oral ou doses injetáveis. É necessário estar atento à concentração, já que esse medicamento também é utilizado para o tratamento de cães.


Robenacoxibe

O robenacoxibe é um anti-inflamatório não esteroide com indicações diversas, como o tratamento e o controle da dor associada a doenças crônicas e degenerativas, como a osteoartrite.

O tratamento da dor e das inflamações agudas das cirurgias ortopédicas, assim como o controle da dor de cirurgias de tecidos moles, como a castração, são outras indicações do robenacoxibe para o gato.

No Brasil, ele é encontrado somente com o nome comercial Onsior e possui uma apresentação especial para os bichanos. Mesmo assim, é recomendado consultar um veterinário antes de administrá-lo no seu peludo.


Prednisolona

A prednisolona é um anti-inflamatório esteroide com indicação para o tratamento de algumas doenças sistêmicas e autoimunes. É o único medicamento desta lista classificado dessa forma.

Sendo assim, trata-se de um composto mais forte e que deve ser utilizado com muito cuidado. Geralmente, é receitado para doenças sistêmicas, como quadros alérgicos, edemas e dor.

É contraindicado em animais com doença renal, cardíaca, hepática, desidratação e concomitante a outros anti-inflamatórios. Pode causar gastrite ou úlcera gástrica em animais mais sensíveis.

Os anti-inflamatórios de uso humano cujo princípio ativo é o diclofenaco sódico ou o diclofenaco potássico são proibidos tanto para o cão quanto para o gato, pois não são bem metabolizados e intoxicam os animais.


Pode dar dipirona para o gato?

Outra pergunta que os tutores costumam fazer é se podem dar dipirona para gato. Apesar de não ser um anti-inflamatório, esse medicamento também é usado para dor e febre.

Geralmente, a dipirona é considerada segura para os peludos. Entretanto, o Dr. Ítalo Oliveira, médico-veterinário da Petz, explica que é necessário cuidado. “Ainda há riscos iminentes de intoxicação, e o pet pode sofrer com severas lesões medicamentosas”, comenta o veterinário.

Esses riscos estão associados, principalmente, à dosagem e ao intervalo entre as administrações. A dipirona pode até ser segura para o gato, mas é necessário calcular a quantidade exata oferecida para o pet.

Isso deve ser realizado por um especialista. “O profissional deve calcular a partir do tamanho e do peso do pet. Além disso, o remédio só pode ser utilizado por certo período”, afirma o Dr. Ítalo.


Fonte: https://www.petz.com.br/blog/